quarta-feira, 10 de junho de 2015

A matemática das Abelhas

As abelhas utilizam a dança e a direção do sol para informar às companheiras a localização, distância e qualidade do alimento que encontram (mesmo nos dias nublados, devido a sensibilidade à luz ultravioleta que atravessa as nuvens). As abelhas utilizam os ângulos na dança de localização de alimento, há dois tipos de dança, a dança do requebrado e a dança do círculo. Elas coletam vários tipos de alimentos como própolis, água, pólen e néctar.


a) Dança do círculo: (indica distâncias curtas) descreve uma série de círculos na superfície do favo, alternando sentido horário e anti-horário a cada um ou dois círculos.

b) Dança do requebrado: (em forma de 8, distâncias além de 100 metros) ela anda uma pequena distância em linha "reta", faz um semicírculo de volta ao começo da reta, avança novamente em direção ao fim da "reta", faz outro semicírculo voltando ao começo da "reta",mas em direção oposta, e a seguir repete o processo.


A quantidade de alimento é indicada pelas campeiras por sua empolgação durante a dança. Ou seja, quanto maior a oferta de comida, mais ela requebra ao traçar em zigue-zagues o desenho do número oito na superfície do favo.
As danças em círculo e do requebrado não são rigidamente demarcadas, mas quando a distância da fonte de alimento está entre 25 e 100 metros do ninho, são realizadas danças geralmente "em foice", que são transições entre "em círculo" e "do requebrado".






Fonte: http://abelhasgeometras.blogspot.com.br/search?updated-max=2009-12-02T09:42:00-08:00&max-results=7

Flocos de neve decorado com ácido - Experimento de Química


Experimento apresentado na feira de experimento do Colégio Ômega 









Programa de concessões pode amenizar crise do mercado de trabalho

Nova etapa do PIL tem repercussão positiva entre especialistas e mercado 

Jornal do BrasilPamela Mascarenhas
A nova etapa do Programa de Investimento em Logística (PIL), lançada nesta terça-feira (9), foi um acerto do governo, avaliam especialistas. Isto pelo potencial de geração de empregos em um momento de crise do mercado de trabalho, pela ajuda que deve oferecer ao alcance do superávit primário deste ano, e ainda pela possibilidade de redução do chamado Custo Brasil. Entidades que representam as áreas de construção e transporte também comemoraram o anúncio, destacando a importância para a retomada do crescimento econômico. 
O programa de concessão representa um investimento de quase R$ 200 bilhões, parte distribuída entre os próximos quatro anos e outra a partir de 2019. Estão previstos R$ 66,1 bilhões para rodovias, R$ 86,4 bilhões para ferrovias, R$ 37,5 bilhões para portos e R$ 8,5 bilhões para os aeroportos. 
Estão previstos investimentos em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos
Estão previstos investimentos em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos
Paulo Feldmann, professor da Universidade de São Paulo (USP), em conversa com o JB portelefone, comentou que o projeto significa um acerto do governo. "Há anos se fala que o Brasil deveria ter um modelo econômico baseado na construção de infraestrutura, foi assim que a China começou. Alguns países se desenvolveram muito via construção de infraestrutura."
O investimento em infraestrutura é positivo porque gera muitos empregos, justamente o que o Brasil precisa agora, salienta Feldmann. Outra contribuição é a possibilidade de reduzir os custos do país, o chamado Custo Brasil -- termo usado para descrever o conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas e econômicas que encarecem o investimento. "[O novo programa de concessões] veio em boa hora, não dá para falar mal. Tem que falar bem."
Em relação à atratividade dessas concessões aos investidores, Feldmann aponta que é interessante que elas consigam atrair empresas estrangeiras, já que as principais empreiteiras brasileiras acabaram com uma "reputação muito baixa", em função da Operação Lava Jato. As empreiteiras brasileiras, inclusive, dificultavam a vinda das estrangeiras. "Acho que agora é a hora de chamar empresas fora do Brasil para virem para cá construir a nossa infraestrutura".
Para Feldmann, com o esgotamento do modelo econômico baseado no consumo, que ajudou a manter o mercado de trabalho nos últimos anos, o país agora só tem uma forma de gerar emprego, a partir do investimento em infraestrutura. 
Luciano D'Agostini, membro do Conselho Federal de Economia e doutor em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Federal do Paraná, também classificou como positivo o anúncio do programa, devido à grande demanda por melhoria de infraestrutura no país, principalmente no setor rodoviário. De acordo com ele, o programa tem potencial para ajudar do alcance da meta de superávit primário deste ano, de 1,1% do PIB, "que talvez não seria possível sem o programa de concessões", para melhorar um pouco a infraestrutura e ainda amenizar a escalada do desemprego. 
Por outro lado, D'Agostini pondera que o programa envolve um montante pequeno de investimento, que não é suficiente para resolver todos os problemas de infraestrutura do país. Para ele, o programa também poderia ter se pautado mais nos portos e ferrovias, pois no longo prazo estes setores garantiriam o menor custo. 
Programa agrada setor de construção e transportes
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) informou por meio de sua assessoria de imprensa que considera positivo o novo plano de concessões, aproveitando para pedir uma maior participação de empresas do setor da construção. “O Governo tem trabalhado bastante neste assunto. Estão gastando energia nisso, o que nos faz crer que estão interessados em eliminar gargalos, reduzindo o Custo Brasil e aumentando a competitividade das empresas”, declarou José Carlos Martins, presidente da entidade. “Acredito muito no Nelson Barbosa, na competência da equipe econômica”, acrescentou.
Para o presidente da CBIC, o investimento de R$ 198,4 bilhões é um passo muito importante para a retomada do crescimento. “É um processo extremamente positivo para o País, pois mais concorrência gera mais transparência”.
O presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Clésio Andrade, parabenizou o governo pelo anúncio, informando que o programa entrou em sintonia com o encontro da entidade com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, no dia 27 de maio. "Na ocasião, entreguei ao ministro da Fazenda o nosso Plano de Logística e fico feliz de ver que o encontro foi proveitoso e gerou frutos com esse anúncio. Porém, a CNT quer mais investimentos em infraestrutura para que o país retome o crescimento econômico", disse.
O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) também avaliou o programa de maneira positiva. O presidente, José Romeu Ferraz Neto, contudo, destacou que ainda faltam detalhes sobre as garantias que serão exigidas, como serão avaliadas as taxas de risco e os critérios a serem utilizados no julgamento das licitações. “Torcemos para as regras não serem tão restritivas. Mas é certo que qualquer efeito positivo sobre o aumento da atividade e do emprego na construção serão sentidos somente a partir de 2016.”
A Associação Brasileira de Concessionária de Rodovias (ABCR), por sua vez, destacou que se trata de "um importante passo para a ampliação de um modelo que já se consolidou como uma forma transparente de investimentos". "O programa anunciado hoje é, portanto, algo a ser comemorado pelo País e é mais uma prova da solidez e eficiência da iniciativa privada para desenvolver, operar, ampliar e modernizar infraestruturas de transporte", disse a entidade por meio de nota, pedindo, contudo, a continuidade das iniciativas para garantir celeridade para a liberação de licenças ambientais e autorizações do governo para a execução das obras, e condições de financiamento adequadas. 

Sítios arqueológicos resgatados em Minas

Os estudos arqueológicos em Minas Gerais ganharam contribuição na porção central do estado. A multinacional da mineração Anglo American informou ter identificado mais de 40 sítios arqueológicos na região do município de Conceição do Mato Dentro durante a implantação do Sistema Minas-Rio, complexo de exploração de minério de ferro envolvendo jazida, mineroduto e terminal portuário na cidade fluminense de São João da Barra. O trabalho resultou na catalogação, limpeza, análise e conservação de aproximadamente 200 mil vestígios encontrados.

A equipe de arqueologia da mineradora adotou os parâmetros propostos pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e atende às determinações do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha), de acordo com Aldo Souza, diretor de Saúde, Segurança e Desenvolvimento Sustentável da Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil da Anglo American. Os investimentos já feitos pela mineradora em projetos na área de arqueologia e conservação de patrimônio cultural no país somam R$ 7 milhões.“Vamos além do atendimento aos requisitos legais e à política de sustentabilidade do grupo Anglo American, e esse é um dos motivos pelos quais já realizamos um dos maiores investimentos privados em arqueologia e patrimônio cultural da história do Brasil”, afirma o executivo.

Além das peças resgatadas, a companhia localizou dois sítios pré-históricos na área do empreendimento, denominados Lapa do Fogão e Abrigo da Usina, que foram isolados das operações. Eles reúnem referências do modo de vida de habitantes da região há mais de 10 mil anos. Na Lapa do Fogão, as equipes da mineradora encontraram registros da produção de ferramentas feitas de pedra, seja por meio de lascamento, seja por polimento. O local foi usado para fabricação de instrumentos e abrigo ao longo de milênios.

O sítio Abrigo da Usina guarda sinais ruprestres e representações gráficas que podem ajudar na interpretação do pensamento e das ações de povos que habitaram a área em tempos remotos. O trabalho de resgate dos sitos arqueológicos foi realizado em parceria com as empresas contratadas Scientia Consultoria Científica e Arcadis Logos. Ainda segundo Aldo Souza, a iniciativa integra o programa da Anglo American para arqueologia preventiva e valorização do patrimônio cultural de Conceição do Mato Dentro e arredores.

“Significa, por exemplo, retornar para as comunidades saberes históricos do patrimônio arqueológico da região, por meio da divulgação do conhecimento”, diz Souza. Alguns dos objetos encontrados nos sítios integram mostra da Estação Ciência Anglo Americab – Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço, montada em Conceição do Mato Dentro. Inaugurado em março de 2014, o espaço já recebeu mais de 4 mil visitantes. O empreendimento é gerenciado junto à Associação Mineira de Defesa do Meio Ambiente (Amda), organização não governamental que atua há 30 anos em Minas.

A Anglo American vai lançar dois livros, neste ano, de autoria do historiador Renato Kipnis, PhD. em arqueologia e antropologia. As publicações tratam da ocupação pré-histórica da região desde o período holocênico, relaitvo aos últimos 10 mil anos de história da terra, e sobre o período pós-conquista bandeirante, a partir do século 17, tendo como ênfase a ocupação pelas populações da época.

Sonda da NASA capta misteriosos pontos brilhantes no espaço


A NASA, Agência Espacial Norte-Americana, teria flagrado misteriosos 'alienígenas' com uma de suas sondas. As luzes brilhantes foram avistadas na superfície do planeta anão Ceres, pela sonda Dawn, da Spaceship.



Fotografias mais detalhadas de Ceres mostraram aos cientistas estranhos objetos brilhantes que eles ainda não conseguem explicar totalmente. As manchas brilhantes deixaram os cientistas perplexos.
A sonda Dawn da NASA teria feito uma série de imagens a partir de uma distância de apenas 8.400 milhas do planeta Ceres, o mais próximo que uma nave espacial já chegou do pequeno planeta. As "misteriosas manchas brilhantes" têm intrigado os cientistas, que usaram as novas imagens para apresentar uma teoria das áreas de brilho cintilante, que foram consideradas pedaços de gelo.
Segundo os pesquisadores, o brilho intenso das manchas pode ter relação com a reflexão da luz solar por material altamente reflexivo na superfície do planeta, possivelmente de gelo. Christopher Russell, o investigador principal da missão pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, acredita que os pontos brilhantes não sejam OVNIS ou seres extraterrestres, mas apenas um fenômeno normal.




Caneca Assustada- Experimento de Física


Gaiola de Faraday- Experimento de Física



Esse efeito de blindagem, baseado na experiência da Gaiola de Faraday, do cientista Michael Faraday, pode explicar também por que geralmente perdemos o sinal do celular quando estamos dentro do elevador: tanto a telinha de metal quanto o papel alumínio – ou as paredes metálicas de um elevador – refletem as ondas eletromagnéticas que se aproximam, impedindo-as de chegarem ao aparelho celular e, portanto, cortando o sinal dele.